SOCORRO! TENHO MEDO DE FALAR EM PÚBLICO!

Uma série de 3 episódios, onde eu vou ajudar você a preparar a sua próxima apresentação

9 a 12 DE JUNHO

100% ONLINE 

100% GRATIS

COMUNIDADE EXCLUSIVA

 

Teremos uma comunidade exclusiva no Facebook, em que você poderá assistir e discutir sobre os episódios do Desafio, fazer perguntas e tirar dúvidas comigo, e melhor, ainda, interagir com os outros participantes que estão ali com o mesmo objetivo que você, buscando resultados.

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DESAFIO SPEAKER

 

Nesta série você vai aprender paso a paso sobre como criar a sua primeira apresentação.

 

Este evento vai acontecer em 4 episódios : 


Episódio 1:    9 de Junho ás 15hs pm (hora de Esp)
Episódio 2:    10 de Junho ás 15hs pm (hora de Esp)
Episódio 3:    11 de Junho ás 15hs pm (hora de Esp)

 

LIVES

 

Durante o Desafio - Em casa, teremos lives diárias no Instagram pela manhã.

Nessas lives, eu vou compartilhar tudo aquilo que venho fazendo há mais de 20 anos, vencendo meus medos para alcançar os meus objetivos dentro da comunicação falada.

Acho que, com você não é muito diferente, senão você não estaria aqui agora.

 

As lives não ficarão no ar no Insta. Mas, o resumo será publicado dentro da comunidade temporal do Speak 10X no Facebook, onde você poderá ter acesso.

A disposição para vencer não é nada, se você não tiver a disposição para se preparar.

O que andaram falando sobre mim

QUEM SOU EU

 

Sou apaixonada pela comunicação falada e por apresentações bem executadas.

​Eu sempre tive muita vontade de subir no palco para fazer uma apresentação e encantar uma plateia. Até que um dia, eu pensei: "Se outras pessoas podem fazer, então, por quê não eu?".

Comecei a estudar, comecei a treinar incessantemente tudo que caia nas minhas mãos sobre fazer palestras, como perder o medo de falar em público, etc, etc.

 

Com o tempo fui ficando mais seletiva. Com o tempo, fui entendendo que, não vale se a resposta do público do tipo: "Foi legal", "a palestrante é show de bola", "passei uns momentos super agradáveis" ou "Enfim, eu não tinha nada melhor pra fazer mesmo!". 

Na verdade, o que mais me alegra é continuar é ver as pessoas sairem da minha apresentação com muita vontade de colocar em ação o que eu ensinei pra ela, o que eu pedi que ela fizesse. Mais, ainda, o que mais me motiva a continuar são os comentários, os e-mails de pessoas me dizendo “obrigad@, Luci” e contando sobre os resultados que conquistaram.

Dá uma olhada nesse vídeo da Tatiana Santana, depois de haver participado do

SPEAK10Xi:

A comunicação digital já faz parte de minha vida há uns 6 anos. Agora, sobretudo, nesses tempos tão difíceis, em que estamos vivendo, eu percebo que várias pessoas que conheço e que, não faz muito tempo, me diziam que nunca estariam na telinha, que isso não funciona, que as pessoas não se engacham como se engacham em uma apresentação presencial. Eu tenho visto estas mesmas pessoas, hoje, gravando vídeos.

Então, observo que estas pessoas, que estavam acostumadas, apenas, no off-line, agora, que se veem obrigadas a estar, também, no online se comportam diante da câmera como se estivessem começando do zero e, de fato, elas estão, ao menos no mundo digital e percebo nos rostos, algo de timidez, apesar de muitas delas terem muita experiência com apresentações presenciais, mas, elas, ainda, não estão acostumadas a fazer apresentações online.

A melhor maneira para que o público online sinta que você não é um robot, que você é igual a ele​. A melhor maneira de cativar o seu público e atrair mais pessoas é usar da simplicidade, enfrentando o desconhecido, mostrando a cara mesmo e soltando a voz na telinha.

Claro que para conseguir chegar à excelência, requer treino e mais treino, mas isso não precisa ser mais uma se preocupação porque eu posso lhe ajudar, eu posso fazer a seu lado.

Há uns 6 anos comecei a aprender sobre as estratégias da comunicação digital e, um dia, resolvi criar um pro-bono (se trata de um material online e totalmente grátis do meu modelo Speak10X).

Alguns empreendedores se cadastraram para fazer o meu pro-bono, algumas parcerias surgiram a partir daí.  Foi, realmente, bem legal.

Bom, eu já fiz muitas coisas, já me reinventei muitas vezes, já abandonei o serviço público depois de 17 anos de função, para abrir um negócio de palestras. Muita gente me chamou de maluca. Já mudei de país, sem saber o idioma, somente com 300 euros no bolso. Aqui na Espanha, já me meti a fazer cursos, de áreas totalmente diferentes.

 

Mas, no final, a gente sempre volta pra nossa maior paixão que, na verdade é o que conta mesmo porque, se você vai gastar seu tempo, sua energia e seu dinheiro para começar algum negócio, então porque não optar pelo que você, realmente tem paixão, tem prazer em realizar?

Hoje, eu posso dizer a você que há duas coisas importantes para fazer uma comunicação excelente: primeiro, é ter algo bom para dizer e segundo, é dizê-lo bem.

Infelizmente, aprender a arte de falar em público e desenvolver uma rota para criar apresentações poderosas não é uma matéria curricular, em que as crianças aprendem na escola ou os universitários aprendem no curso universitário.

 

Quando eu tinha 13 anos, estava na classe de português e meu professor mandou que eu me colocasse na frente do quadro, bem diante dos meus colegas. Ali estava eu, de pé, silenciosa e tímida, enquanto meus colegas se cutucavam e faziam aquela cara, meio de deboche. Eles riram de mim"

Segurando uma folha de caderno, meu professor começou a ler um texto, dizendo que se tratava de um discurso e me disse que eu deveria repetir cada palavra que ele lesse. Claro que eu obedeci, embora, por dentro havia uma mescla de medo e de raiva por que eu estava sendo obrigada àquela exposição inesperada, fui colocada na berlinda ante as risadas dos meus colegas de classe.

Até que, por fim a tormenta terminou. Será? Pois não! Meu professor não havia terminado e o que ele fez a seguir me fez passar os seguintes vinte anos da minha vida fechada como um caracol. Ele disse, em alto e bom tom:

“Menin@s, eu quero apresentar para vocês a nossa oradora atrapalhada da turma”.

Você tem ideia de como eu me senti? Meus colegas seguiram rindo, cada vez mais alto. Os adolescentes, às vezes, podem ser muito cruéis... e, alguns professores, também.

Voltei para minha mesa, calada. De verdade, me senti aturdida, mas, pensei que logo, esqueceria.

Mas, não aconteceu assim. O que passou, na verdade, foi que esse aturdimento me perseguiu durante os 20 anos seguintes da minha existência. Eu, realmente, acreditei naquela mentira, na mentira de que eu era uma oradora atrapalhada, o que, de fato me atrapalhou, em vários aspectos da minha vida.

Era como um estigma que me acompanhava. Meu silencio era assombroso nas aulas da universidade. Eu só conseguia falar (e muito!) com uma pessoa, por vez. Mas de uma, para mim, era multidão. O meu gigante havia adormecido.

O tempo passou, perdi muitas oportunidades porque tinha medo de falar em público, tinha medo de expor minhas ideias, tinha medo de me expor.

Até que, em algum momento da minha vida, eu decidi que já era hora de passar a página, já era hora de esquecer meu professor, esquecer aquele discurso estúpido, aquelas risadas dos meus colegas de classe. Já era hora de jogar fora aquele estigma que me perseguiu por tantos anos.

Comecei, então, a enfrentar meus medos. Eu sabia que não seria fácil, mas, eu sabia, também que, se eu buscasse os recursos e as pessoas certas, eu conseguiria despertar o meu gigante que esteve adormecido por tanto tempo.  

Foi então que, apesar do medo, decidi que precisava despertá-lo, eu não podia morrer com a minha música dentro de mim. E fui aí, quando decidi que precisava mudar meu quadro mental e começar algo novo, mesmo sentindo medo. 

Comecei pagando caro para assistir seminários de palestrantes famosos, para aprender. Eu queria aprender com quem já sabia fazer apresentações, estive com o Jim Rhron, com o Shinyashiki e com outros tantos palestrantes experientes.

Eu me registrava em todos os seminários que podia, eu lia tudo que chegava às minhas mãos, eu anotava tudo que o palestrante dizia, eu contava os passos que eles davam no palco, como eles se vestiam, como eles falavam, observava o tom da voz, se falava rápido, se falava devagar. Observa tudo e escrevia tudo. Foi assim que eu criei  meu primeiro editorial de conteúdos.

Fui entendendo que os melhores comunicadores seguiam uma rota e que cada apresentação era construída em pedaços  interligados. Era como aquele esporte de passar o bastão. Eu descobri com o tempo que as transições eram importantes, tanto para unir um pedaço do tema a outro pedaço, quanto manter a atenção do público, do princípio até o final da apresentação.

Para construir uma apresentação poderosa, tudo isso importa.

A partir daí eu abri um capítulo completamente novo na minha vida e gerei algumas oportunidades, também.

A oportunidade de fazer uma apresentação é, exatamente, isto: UMA NOVA OPORTUNIDADE para sua vida.

E você? Chegou uma oportunidade para ajudar você a enfrentar seus traumas e fazer com que o medo comece a ter medo de você e não ao contrário.

Estou segura que dentro de você mora um gigante que está louco para sair da “cova” para ajudar você a brilhar nos palcos da vida.

Eu posso ajudar você. Basta você subir no meu palco.

Luci Cavalcanti

LC Empreendedorismo Digital 

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